“Você não pode me ligar e dizer que sente minha falta. Eu não quero ter esse tipo de conversa pelo telefone. Você não pode me enviar mensagens, nem emails, nem deixar recados no meu facebook. Se você sente mesmo minha falta, precisa crescer, botar o pé no caminho e vir aqui me ver.”
“Mas de alguma forma… era você.”
“E o pensamento? Onde tá?”
“Quando é pra ser, os ventos contrários perdem as forças.”
“Se tu casar com outra pessoa, tudo bem. Se tiver filhos e não forem os nossos, tudo bem também. Se tu sorrir e o motivo não for eu, tudo bem… nunca mereci um sorriso tão lindo. Se amanhã a gente acordar e for um dia de mudanças, vou entender. Digo, preciso aceitar. Tu é minha e eu sou seu, mas não fomos feitos para ficarmos juntos. Da raiva, mas é a verdade. Droga mesmo, tu vai ser de outro. Mas agora é minha e que se dane o amanhã então. Eu preciso ficar feliz por ti, e eu vou ficar. Mas tá doendo pensar nisso… da vontade de te sequestrar e te ter só pra mim a vida toda, mas não dá. Então quero aproveitar cada segundo ao seu lado e sei que nenhum espaço de tempo contigo é o suficiente. Quero ficar ao seu lado. Não quero te enjoar, mas quero aproveitar cada segundo pra estar pronto para nossa despedida. Se tu sair da minha rotina, tudo bem. Nunca vai sair do meu pensamento nem do meu coração. Vai ser sempre você. Se o nosso futuro não for tão nosso assim, que se dane. A gente tem o agora e é ele que importa. Eu te amo, então vamos esquecer as despedidas, pelos menos por enquanto…”
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Um beijo de adeus para cada pedacinho de dor. Vestígiar. (via
vestigiar)
“Deus sabe quem colocar na sua vida, da mesma forma que sabe quem tirar.”
“Dependendo de quem vem, um “dorme bem” vale muito. E a gente acaba mesmo indo dormir bem.”
“Às vezes o coração prega cada peça na gente.”
“Não me dôo pela metade, não sou tua meio amiga nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não suporto meio termos. Sou boba, mas não sou burra. Ingênua, mas não santa. Sou pessoa de riso fácil…e choro também!”
“Não foi nada. Deu saudade, só isso. De repente, me deu tanta saudade.”
“- Como andas?
- Com as pernas.
- Interessante.
- O quê?
- Teu uso da ironia para esquecer a dor.”